terça-feira, 8 de maio de 2007

O cego de nascença

“Se é pecador, não sei; uma coisa sei: Eu era cego, e agora vejo” (Jo 9.25).

Pela declaração do (ex) cego aos fariseus infere-se que ele era totalmente desprovido de qualquer conhecimento intelectual (histórico, filosófico, teológico) acerca da pessoa de Jesus Cristo. Entretanto, nele haviam se manifestado as obras de Deus; e as obras de Deus falam por si mesmas.

As obras, sejam elas naturais, artísticas ou literárias, instigam a curiosidade das pessoas acerca do seu autor. Aquele que lê um bom livro procurará conhecer dados adicionais sobre o autor. Quem ouve uma bela canção não descansará enquanto não descobrir o dono da voz.

Da mesma forma, se as obras de Deus estiverem manifestas em nós, isso irá despertar nas pessoas a curiosidade e o desejo de conhecerem o Divino Autor. Foi o que sucedeu no episódio do cego de nascença. Todos queriam saber quem era o homem que o havia curado e onde ele se encontrava.

O cego de nascença teve um encontro pessoal com Jesus que mudou para sempre o curso da sua vida. Num piscar de olhos, literalmente, alguém que estava condenado às trevas, à mendicância, foi transportado para a luz e reintegrado à sociedade.

Sócrates, o famoso filósofo grego, dizia que a única coisa que sabia era que nada sabia. Eu, desconhecido teólogo brasileiro, digo que a única coisa que sei é que era cego e agora vejo.

6 comentários:

Anônimo disse...

Meu querido,
Vejo claramente obras de Deus manifestas em você!!
Obrigada por me levar a um conhecimento mais profundo do nosso Pai.
Amo você.
Pri*

Anônimo disse...

Eu também, eu também vejo..rs

Meu grande amigo, de todas as vezes que me converti, você quase sempre foi o motivador, com o simples exemplo.

Hoje eu também posso ver...

Anônimo disse...

Daniel,
Parabéns pela iniciativa. Sentimos sua falta mas sabemos que você está seguindo a orientação dos planos de Deus em sua vida. Vá em frente, está só começando. Até agora... foi treino! "warm up"! A corrida ainda vai começar. Busque a "pole". Se não der... procure fazer uma boa "largada", escolha bem os "pneus". Se assim mesmo, a largada não for das melhores... não se deixe esmorecer... busque a corrida de recuperação. A vitória não é de quem larga na pole, ou bem, mas de que PLANEJA todos os detalhes. Você tem perfil para isso. Grande abraço, Antonio

Daniel Feitoza e Silva disse...

Obrigado, Pri, pelas palavras doces e, Felipe, pelas palavras amigas. Também vejo em vocês as obras de Deus. Mais (muito mais!) em vocês, que em mim.
Beijos (Pri) e abraços (Felipe).
P.S.: as "palavras amigas" e os "abraços" são por conta da minha fase pré-rubem-alviana de ver e viver a vida.

Felipe Fanuel disse...

Daniel,
Quanto tempo, rapaz!
Bom saber que agora vc já está militando na blogsfera.
Oh, desde o fim do ano passado tb não deixo de atualizar meu blog.
É bom te ver, amigo. Afinal, éramos cegos, agora vemos.

Forte abraço. ;-)

P.S.: Inclui o teu blog na lista de links do meu.

Neuza Maria disse...

Filho, fazia tempo que não o visitava neste blog. Li tudo de novo e termino minha leitura emocionada.
Estava muito acomodada nas minhas tarefas, olhando para meu umbigo enquanto tantos conhecidos e desconhecidos , em volta, pedem atenção.
Obrigada, filho. Ouvi seu coração. Seu mal-estar me contaminou e me fez ver a minha inércia. Vou agir.
Neuza(saudosa) Maria